2004 – O ANO DOS OLHARES PARA A MORTE
OS OLHARES APARTHEID
2004 foi o ano dos diferentes olhares para a morte:
1) O maremoto que atingiu o sudeste da Ásia e um pouco da África oriental é visto como uma tragédia, provocada pela Natureza, que poderá ter provocado duzentos mil mortos.
2) George W Bush foi eleito como Presidente da Morte, autoclassificado tal como Adolf Hitler como Presidente da Guerra, isto é, das matanças.
O triunfo inequívoco do fascismo colonial norte-americano em eleições livres é semelhante ao triunfo do nazismo nas eleições livres de 1932 na Alemanha da Constituição de Weimar.
Tal como os eleitores de Hitler os eleitores de G W Bush só compreendem uma linguagem – a da morte. Só se matarem familiares deles é que compreeendem que a morte é má. Enquanto forem eles a matar e a esfolar quem lhes apetecer, quando lhes apetecer, onde lhes apetecer a morte provocada por eles é boa.
Passou um pouco despercebida a compreensão desse facto por Vladimir Puttin ao anunciar que a Rússia ia produzir autêntica armas de destruição maciça de dimensão apocalíptica, incomparavelmente mais letais que as actuais, que já são suficientes para destruir o Planeta Terra. As novas elites russas compreenderam que para sua segurança é preciso ter armas de monumental aniquilamento. Os eleitores de G W Bush respeitam quem for capaz de os aniquilar, apenas!
O cerco da Rússia pela NATO e pela União Europeia mostra-lhe que é preciso voltar à linguagem do aniquilamento total.
3) Ariel Sharon continua a matar e esfolar palestinianos como lhe apetece – é bom não esquecer que o monstruoso e minúsculo Estado de Israel é sustentado mais do que pelos Estados Unidos, pelos contribuintes da União Europeia.
Temos o que se chama a Morte Apartheid...
2004 foi o ano dos diferentes olhares para a morte:
1) O maremoto que atingiu o sudeste da Ásia e um pouco da África oriental é visto como uma tragédia, provocada pela Natureza, que poderá ter provocado duzentos mil mortos.
2) George W Bush foi eleito como Presidente da Morte, autoclassificado tal como Adolf Hitler como Presidente da Guerra, isto é, das matanças.
O triunfo inequívoco do fascismo colonial norte-americano em eleições livres é semelhante ao triunfo do nazismo nas eleições livres de 1932 na Alemanha da Constituição de Weimar.
Tal como os eleitores de Hitler os eleitores de G W Bush só compreendem uma linguagem – a da morte. Só se matarem familiares deles é que compreeendem que a morte é má. Enquanto forem eles a matar e a esfolar quem lhes apetecer, quando lhes apetecer, onde lhes apetecer a morte provocada por eles é boa.
Passou um pouco despercebida a compreensão desse facto por Vladimir Puttin ao anunciar que a Rússia ia produzir autêntica armas de destruição maciça de dimensão apocalíptica, incomparavelmente mais letais que as actuais, que já são suficientes para destruir o Planeta Terra. As novas elites russas compreenderam que para sua segurança é preciso ter armas de monumental aniquilamento. Os eleitores de G W Bush respeitam quem for capaz de os aniquilar, apenas!
O cerco da Rússia pela NATO e pela União Europeia mostra-lhe que é preciso voltar à linguagem do aniquilamento total.
3) Ariel Sharon continua a matar e esfolar palestinianos como lhe apetece – é bom não esquecer que o monstruoso e minúsculo Estado de Israel é sustentado mais do que pelos Estados Unidos, pelos contribuintes da União Europeia.
Temos o que se chama a Morte Apartheid...